terça-feira, 26 de setembro de 2006

Apertar o cinto



Num dos seus últimos devaneios, agora no Expresso, Miguel rei da verdade Tavares afirmava que a lei mais estúpida do mundo dos automóveis é o uso obrigatório do cinto de segurança dentro das localidades.

Não importa as teorias sobre o choque frontal, os estudos de segurança rodoviária ou as estatísticas sobre o número de vidas salvas por quem usava uma tira de tecido abraçada ao corpo no momento em que se estampou. Nem interessa para o caso que nas duas maiores localidades do país, Lisboa e Porto, a velocidade mínima praticada deva andar na ordem dos 80 quilómetros hora.

O Fusco-Lusco recomenda urgentemente a toma de Prozac ou uma visita ao Disneyworld sob o efeito de cogumelos mágicos. Para acabar de vez com a azia e a má disposição.

1 comentário:

Paulo Hasse Paixão disse...

Concordo com o Miguel Sousa Tavares. Conduzir sem cinto de segurança é uma opção individual que não prejudica os outros. Nesse sentido, a obrigação legal é uma tirania sem qualquer tipo de legitimidade. A irresponsabilidade é uma liberdade que, se atingir apenas o agente da acção, não deve ser retirada ao indivíduo. Se eu quero morrer na estrada, sem colocar os outros em perigo, deixem-me ir em paz para o diabo, qual é o problema? Não sou dono da minha vida?