sexta-feira, 13 de outubro de 2006

Espirro em risco



A ciência é uma coisa maravilhosa. Depois de ter oferecido ao mundo o karaoke e a ovelha dolly, prenda-nos agora com aquela que, a seguir à Internet, passará a ocupar um dos lugares cimeiros da lista das invenções mais importantes. Falamos do gato hipoalergénico.

A empresa responsável pela comercialização destes bichinhos, a rondar os 4000 dólares por cabeça, diz que a aposta foi unicamente na reprodução já que, quando se preparavam para dar uso às alterações moleculares, descobriram que afinal haviam gatos pouco dados a provocar alergias. Uma empresa rival diz que é tudo mentira, que um gato não pode ser hipoalergénico se não for geneticamente modificado. A guerra está lançada e prometem-se desenvolvimentos, teorias e estudos nas revistas da especialidade.

De qualquer forma, parece que os gatos vieram para ficar e acabar com os espirros e os olhos lacrimejantes. Nos bastidores diz-se que as próximas invenções planeadas são cães que não larguem pêlo, papapaios que falem fluentemente cinco línguas e sardinhas que não tenham espinhas.

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