
Foto: Paulo Novais/Lusa
Tantas foram as preces e oferendas para que um treinador com nome de Papa viesse comandar o destino dos dragões que o feitiço saiu furado a benfiquistas, sportinguistas e anti-portistas em geral. O eleito de Pinto da Costa foi André Villas-Boas, que nos tempos em que devia andar a sair à noite e a experimentar as artes do namoro e do flirt tinha no Championship Manager a sua grande obsessão, trocando de bom grado o oxigénio pelo futebol.
Aos 32 anos o currículo de Villas-Boas é já apreciável, tendo trabalhado com o mítico Bobby Robson, conquistado o Planeta com Mister Mourinho e, imagine-se, tendo sido o responsável por todo o futebol juvenil da selecção das Ilhas virgens.
Para os portistas, a contratação de Villas-Boas é sinónimo de esperança e uma alegria imensa. Para os outros, um pesadelo em tons de azul e branco que acaba de começar.

