sábado, 2 de setembro de 2006

Independências



Morreu moribundo, mas tempo houve em que O Independente se assumiu como um verdadeiro tsunami, agitando as águas mortas em que a imprensa portuguesa havia há muito mergulhado. Carlos Quevedo, Miguel Esteves Cardoso, Pulido valente e Cª desafiram o sistema filosofal do politicamente correcto, e por uns tempos até se pensou que um dia seriam maiores que o Expresso. Um bom descanso no paraíso da imprensa...

3 comentários:

Paulo Hasse Paixão disse...

Apesar de ser de direita, nunca gostei do Independente, nem mesmo no seu auge de irresponsabilidade cívica. Sempre achei o Paulo Portas um insolente de merda e o Esteves Cardoso um pateta com espírito de contradição. O Polido Valente é, claro está, um Senhor, mas, convenhamos, não chegava a centelha do homem para se fazer um jornal decente. E o Independente sempre foi um pasquim indecente.

Lusco Fusco disse...

Opiniões, my friend. Olha que eu até viro mais para o outro lado - entenda-se esquerdo - e adorava o jornal nos primeiros anos. Deixei de gostar quando se tornou um veículo de campanha do CDS, mas tempos houve em que era um must. Pelo menos tinha sabor, ao contrário do insalubre Expresso.

Anónimo disse...

Pena terei eu de não poder tentar resolver as suas fantásticas Palavras Cruzadas... (verdade seja dita que nem sei se mantinham as mesmas características de há alguns anos atrás) :)