O golo da pré-época

Há dias, um lampião mais inflamado dizia-me que Katsouranis se tratava de um jogador de eleição, uma espécie de Pelé grego, que faria esquecer Manuel Fernandes no tempo em que o diabo demora a esfregar um dos olhos. Ontem à noite, quando o Fusco-Lusco percorria os canais nacionais num zapping desesperado, viu que tudo isso é mesmo verdade.
Contra os lagartos Katsouranis apontou um golo épico, num chapéu antes de meio-campo a um guarda-redes à beira de um ataque de nervos. Um daqueles momentos de levantar qualquer estádio do planeta, num aplauso colectivo ensurdecedor. E não importa nada que tenha sido na própria baliza, o que conta mesmo é a intenção.
1 comentário:
O primeiro titulo ja ca canta! Este vai ser o ano do leao! Nem dragoes nem lampioes!
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