quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Febre por detrás da máscara



Se falarmos em Karin Dreijer, provavelmente pensarão tratar-se de uma modelo sueca ou, quem sabe, de uma nova e sensual actriz. Puro engano. Karin Dreijer é, antes, uma das caras metade do grupo The Knife que, só por nos terem oferecido "Silent Shout", mereciam uma - neste caso duas - coroa(s) de ouro.

2009 foi o ano eleito por Karin Dreijer para a sua primeira aventura fora do reinado The Knife, que recolheu o nome de Fever Ray - disco homónimo que o Fusco comentará em breve. Por agora fica o caminho para a entrevista que Karin deu à Gigwise, aceitando por momentos trocar a máscara - obrigatória nos The Knife - por uns estilosos óculos escuros. Para não ficarem de mãos a abanar, deixamos também o videoclip para "If I Had a Heart", o primeiro avanço para "Fever Ray". Spooky...


If I Had A Heart from Fever Ray on Vimeo.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Central de táxis



Não será tão abrangente quanto o La Blogotheque, mas o conceito associado ao The Black Cab Sessions é algo de extraordinário: uma banda - ou um(a) artista - a actuar num táxi em movimento, algumas vezes sobrelotado, mostrando a arte performativa despojada de grandes artifícios. Música em estado puro, verdadeira.

Neste momento, o The Black Cab Sessions já conta com setenta e três sessões. O Fusco deixa o caminho para uma das suas sessões predilectas, sugerindo uma visita a esta magnífica central de táxis, que em breve irá sofrer remodelações.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Uma curta viagem no tempo para ouvir cantar as raposas




O Daytroter faz uma curta viagem na máquina do tempo e recorda o momento em que os Fleet Foxes não passavam de uns ilustres desconhecidos. Estávamos em Abril de 2008... Leia aqui o que então se escreveu sobre este grupo de barbudos. Quanto à sessão Daytrotter, ficam os temas escolhidos pela banda.

Drops In The River
Sun It Rises
White Winter Hymnal
Sun Giant

Este fogo amigo não se apaga com neve...

...ou o fantástico videoclip para "Skeleton Boy", dos Friendly Fires.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Chá para fumar

o The Line of Best Fit não costuma falar de bandas que vagueiam pelo mundo sem um contrato discográfico válido, mas decidiu abrir uma excepção para os Thee Single Spy, uma banda que soa como se os Pogues se tivessem aventurado a tocar numa caverna mal iluminada rodeados de uma pequena orquestra. Fica para escuta "Smoke that tea", que nos deixa expectantes por um primeiro disco. Para uma entrevista com a banda sigam por aqui.


MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com

domingo, 25 de janeiro de 2009

Queima de Judas



Parece que é mesmo o fim. Com muita pena nossa, David Berman, o mentor do projecto conhecido como Silver Jews, anunciou o fim da banda e uma irrevogável decisão de se dedicar à escrita insonora, antes que se lembrasse de escrever a canção-resposta a "Shinny Happy People". Foi mesmo muito bom enquanto durou. Ficam alguns dos temas de uma banda que esteve sempre na margem. Quanto à despedida de David Berman sigam para os comentários.


MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com

sábado, 24 de janeiro de 2009

O regresso do homem-lobo



O ano passado não correu bem a Patrick Wolf. Apesar de ter chegado perto do topo com "The Magic Position", o seu terceiro longa-duração, o rapaz trancou-se no apartamento, deitou fora o passaporte e abraçou a solidão, lendo de uma ponta à outra velhos diários numa redescoberta de si próprio. Agora, parece que está pronto para regressar com um novo disco, "Battle", que será lançado em dois momentos: "Bachelor", mais depressivo, e "Conqueror", uma celebração do amor. Quem quiser, até se pode tornar num dos investidores do novo trabalho de Patrick Wof. Curiosos? Sigam por aqui para uma curta entrevista à Gigwise.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Teasers de voz própria



Depois de uma curtíssima entrevista à Pitchfork e do videoclip para um tema com muitas miúdas giras, o Fusco deixa o caminho para mais dois snacks caninos. O concerto dos Animal Collective no Bowery Ballroom e a sumarenta entrevista que a banda deu à npr.

Há música na carrinha



Alargando o espírito dos dos concerts à emporter a espaços de dimensão reduzida, o La Blogotheque lançou as In a Van Sessions, 10 sessões musicais gravadas numa carrinha onde em alguns dos casos parece caber o mundo inteiro. The Walkmen, Alamo Race Track e The Rosebuds são alguns dos nomes que aceitaram fazer-se à estrada. Para ver e ouvir esta grande aventura sonora sigam por aqui. Se gostarem tanto e quiserem ter a gravação numa rodela sonora, também se arranja tudo em mp3.

A caminho de um Paraíso pintado de negro



"Missiles", o quarto disco de originais dos canadenses The Dears, é mais uma viagem ao planeta miserável descoberto pela banda no ano 2000, onde plantaram raízes com "End of a Hollywood Bedtime Story". Como que abalados pelo abandono de cinco dos sete membros que em 2006 gravaram o mui recomendável "Gang of Losers", Murray Lightburn e Natalia Yanchak criaram o disco mais emocional dos The Dears, marcado de uma ponta à outra por uma tocante vulnerabilidade. É um testemunho negro e violento, onde o desejo de vingança - ouçam "Disclaimer", o tema de abertura - se cruza com uma insaciável sede de redenção - no surpreendente e libertador "Saviour", o opus lacrimejante que fecha "Missiles" -, ficando no ar a ideia de os The Dears nos levarão, na próxima viagem discográfica, rumo a um Paraíso pintado de negro. Um disco emocionante a que o Fusco oferece 7.75 mísseis em 10.



MusicPlaylistRingtones
Create a playlist at MixPod.com

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Mais um snack canino

Depois da entrevista de ontem, servimos agora mais um snack canino. Trata-se de "My Girls", primeiro videoclip para "Merriweather Post Pavilion", o ovni musical desenhado pelos Animal Collective. Entretanto, para quem ainda não deu de caras com este estranho objecto, o Fusco mostra o caminho para o streaming integral.

Viver a vida ao contrário



Aproveitámos o último fim-de-semana para ler "O Estranho Caso de Benjamin Button", um conto com pouco mais de setenta páginas que deu asas à imaginação de David Fincher para realizar um filme com mais de duas horas.

Através de uma vida vivida em marcha atrás, F. Scott Fitzgerald apresenta uma irónica metáfora sobre o crescimento, uma visão certeira do preconceito, um retrato cruel dos conflitos geracionais, um olhar desacreditado sobre o amor de longa duração, um mergulho reconfortante na solidão, um profundo desejo de esquecimento. Um livro escrito com uma por vezes assustadora racionalidade a que o Fusco oferece 8.25 benjamins em 10.

«Não havia recordações penosas no seu sono infantil; não lhe acudiam lembranças dos seus arrojados anos na faculdade, dos anos esplendorosos em que fizera palpitar o coração de muitas raparigas. Havia apenas os lados brancos e seguros do seu berço, Nana e um homem que o visitava de vez em quando e uma grande bola cor de laranja para a qual Nana apontava pouco antes da sua crepuscular hora de dormir e a que chamava "Sol"».

Conto integral em inglês

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Animal Farm



Está para breve a nossa dissertação sobre "Merriweather Post Pavilion", o disco dos Animal Collective que já é considerado por alguns críticos mais entusiasmados como o disco do ano e, subindo a fasquia até à altura onde se encontra sentado Nosso Senhor, da década. Exageros - ou não - à parte, o Fusco deixa o caminho para uma entrevista que a banda deu à Pitchfork. Sigam por aqui.

O fim da invisibilidade



Nos idos anos noventa, quando os Oasis e os Blur se divertiam a brincar aos índios e cowboys para ver quem tinha a pilinha mais comprida, Jarvis Cocker e os seus Pulp incendiavam as terras de Sua Majestade com uma pop literária carregada de ironia, espírito nostálgico e muito, muito sexo. Depois do fim dos Pulp, Jarvis regressou ao seu adorado estado de invisibilidade, permanecendo algures entre a escrita de canções para uns e a realização de videoclips para outros, estado intercalado com uma aventura a solo em nome homónimo bem recebida pelo Fusco. Agora, com 45 anos, Jarvis vai tentar inventar de novo a roda, lançando-se numa digressão mundial que vai misturar espectáculo, música, dança e muita literatura, pondo um termo à invisibilidade conquistada. Curiosos? Tempo para ler a entrevista de Jarvis Cocker ao prestigiado Guardian.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Índios na noite de Sábado

Foi no passado Sábado que os Fleet Foxes, eleitos pelo Fusco e por quase metade do planeta como os inventores do melhor disco de 2008, se juntaram à minúscula lista de bandas indie que tocaram no muito mainstream Saturday Night Live. Ficam "Mykonos" e "Blue Ridge Mountains", os dois temas que fizeram parte do curto alinhamento.



Um muito sentido adeus



João Aguardela (1969-2009)

This is the way step inside



A Pitchfork TV disponibiliza na íntegra, durante uma semana, o documentário de Grant Gee sobre os Joy Division. Um documento imperdível, com entrevistas aos ex-membros da banda ainda vivos, assim como testemunhos de quem seguiu de perto uma das mais excitantes e importantes bandas da história da música. Sigam por aqui.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

A noite era escura



17 de Fevereiro é a data de lançamento escolhida para "Dark Was The Night", edição em benefício da Red Hot Organization que reúne 32 temas e que vai estar disponível em duplo CD, triplo vinyl ou download directo.

O disco, produzido pelos manos Aaron e Bryce Dessner dos The National, reúne nomes como Bon Iver, Grizzly Bear, Sufjan Stevens, Spoon, Arcade Fire ou Beirut. A partir de hoje e até ao dia 1 de Fevereiro, será possível escutar um tema por dia no myspace do projecto ou das bandas envolvidas nesse tema. A primeira faixa a ser revelada foi "Knotty Pine", uma colaboração entre os Dirty Projectors e David Byrne que o Fusco deixa para escuta. Se quiserem conhecer a lista completa de temas visitem a área dos comentários.

Dirty Projectors & David Byrne - "Knotty Pine" (MP3)

RIP Astoria (1927-2008)



E se um dia decidem deitar abaixo a Aula Magna? O Astoria Theatre, em Londres, já era. Um templo de música e memórias que tomba para dar lugar a uma nova estação de comboios, que fará a ligação entre o este e o oeste da capital de Sua Majestade.

Spinto recuperados



Na semana em que o Daytrotter os projecta no espaço the daytrotter vault, o Fusco recupera a sessão que o sexteto intitulado Spinto Band preparou em Junho de 2007. O grande destaque vai para "Oh Mandy", um tema ao estilo sing along embebido em espírito indie. O Daytrotter prometete uma nova sessão para breve, estaremos atentos.

Ain't That The Truth
Oh Mandy
Needlepoint
Cat's Pajamas

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Obra em estado primo



Foi graças a "Um Bom Homem é Difícil de Encontrar", editado em 2006 pela Cavalo de Ferro, que demos de caras com a escrita de Flannery O`Connor, escritora norte-americana que nos deixou com apenas 39 anos. A sua escrita é como que uma sessão de hipnose para frequentar de olhos bem abertos, um retrato do Sul norte-americano como um lugar inóspito, submerso no racismo, despojado de humanidade e detentor de segredos cruéis.

Em "Tudo o que sobe deve convergir", livro que terminámos há dias, viajámos com o corpo atravessado por tremores através de nove pérolas: "Tudo o que sobe deve convergir" - a curta distância entre o amor e o ódio, o sabor da culpa e o gosto amargo da dor -, "Greenleaf" - a recusa da evolução da espécie -, "A vista dos bosques" - o sangue vem sempre em primeiro lugar -, "O calafrio permanente - a maldade do Espírito Santo -, "Os confortos do lar" - uma consciência aprisionada-, "Os coxos hão-de entrar primeiro" - uma sátira sociológica na senda do Bom Selvagem -, "Revelação" - uma sala de consultório que se transforma num espelho da alma -, "As costas de Parker" - triste retrato de uma criança tatuada - e "Juízo final" - a recta final de um rural inadaptado.

Violentamente poético, grotescamente belo, "Tudo o que sobre deve convergir" é um retrato em carne viva da virtuosidade de Flannery que, em poucas páginas, nos transporta para outra dimensão deixando para trás o estômago num turbilhão de emoções. Uma obra em estado primo a que o Fusco oferece 9.5 balões em 10.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Com 100 músicas se começa a semana



Para começar a semana com o ouvido direito, deixando que a música derreta o gelo que se forma do lado de fora da janela, nada melhor do que percorrer os 100 temas que a Pitchfork elegeu os melhores de 2008. Sigam por aqui.

The Very Best a custo zero



Esau Mwamwaya, nascido no Mali e residente em Londres, juntamente com a equipa europeia de produção Radioclit, foram responsáveis por um dos mais estranhos projectos de 2008. Uma brisa global, que fez questão de transpor algumas das artérias do coração africano para temas originais, covers e remixes, envolvendo nomes como M.I.A., Architecture In Helsinki ou Vampire Weekend. O cozinhado musical, que recebeu o nome the The Very Best, está agora disponível para download gratuito. Para dançar de sorriso nos lábios.

Download do disco completo

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

The Crying Light ou a pausa na criatividade



Com "The Crying Light" (2009), Antony quis abandonar as meditações existenciais sobre o género sexual para se dedicar a questões mais sérias, como o ambiente ou a pura contemplação da natureza. O resultado, infelizmente, está a anos-luz do fantástico "I Am a Bird Now", disco que há quatro anos o catapultou, juntamente com os seus Johnsons, para o estrelato. É certo que a voz continua a mesma, que o cantar sofrido se mantém, mas quanto aos arranjos, à energia, e à magia que envolviam o disco anterior, simplesmente não estão lá. Um disco mediano a que o Fusco, ainda assim, oferece 6.1 lâmpadas numa caixa de 10.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Viagem ao abismo sem fundo



Terminámos há instantes «A Carta Roubada", de Edgar Allan Poe, o oitavo livro da mítica colecção A Biblioteca de Babel, editada entre nós pela presença.

Além do conto "A Carta Roubada" - o elogio do raciocício simples -, o livro oferece outras preciosidades: "A Verdade Sobre o Caso de M. Valdemar" - retrato sobrenatural de uma morte aprisionada -, "Manuscrito Encontrado Numa Garrafa" - poderosa alucinação em alto mar -, "O Homem na Multidão" - a solidão no estado submerso - e "O Poço e o Pêndulo" - terror narrativo de uma tortura em crescendo.

No prefácio, razão só por si suficiente para comprar não só este livro mas toda a colecção, Jorge Luis Borges escreve: "Há cerca de setenta anos, sentado no último degrau de uma escada que já não existe, li The pit and the pendulum; já me esqueci das vezes que, depois, o li, reli ou pedi que mo lessem; sei que ainda não cheguei à última vez e que voltarei ainda à prisão quadrangular que se vai comprimindo e ao abismo sem fundo". Por aqui, prometemos também um regresso a esta prisão onde reina o assombro. 9 calafrios em 10.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Todos os caminhos vão dar à França



É francês, dedica-se à divulgação da música sem artifícios e é, para o Fusco, um dos melhores blogs/sites musicais de todo o planeta. Entre artigos de opinião, visitas improvisadas a backstages, entrevistas inteligentes e toneladas de discos, muitas são as razões para fazerem de La Blogotheque um local de peregrinação diária. É também aqui que vão encontrar os entusiasmantes Concerts a emporter, na sua maior parte filmados pelo inevitável Vincent Moon, que mostram as bandas/artistas num estado de pura graça, despojados de grandes artimanhas tecnológicas ou manipulações de estúdio. Mostramos aqui um pedaço do que os Architecture in Helsinki fizeram, para que partam rumo à descoberta de um blog de eleição.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

O pássaro está de volta



Apesar de ter edição marcada apenas para o próximo dia 2 de Fevereiro (lançamento europeu), é já possível escutar o novo trabalho de Andrew Bird via streaming. "Noble Beast" o sétimo longa-duração de Bird - sem contar com os gravados ao vivo - terá, além da edição normal, outra em formato deluxe, que virá acompanhada de "Useless Creatures", um disco puramente instrumental. O Fusco deixa agora os links para a audição dos dois discos, ficando o comentário para Fevereiro.

Noble Beast (streaming)
Useless Creatures (streaming)

sábado, 3 de janeiro de 2009

Os injustiçados de 2008

Como dissémos anteriormente, conseguir estar a par de tudo o que se passa num ano musical é como ler num ano os sete volumes de "Em busca do Tempo Perdido", tarefa para uma vida inteira e algumas reencarnações. De qualquer forma, depois de estudarmos a lista dos melhores do ano em algumas das publicações musicais, não pudémos deixar de nos penitenciar por termos deixado passar três discos de eleição: "For Emma, Forever Ago", dos Bon Iver, e "Sun Giant EP" e "Fleet Foxes", dos Fleet Foxes. O remorso foi tanto que republicámos a nossa lista de eleitos, que agora se estendeu de treze a quinze discos. Quanto a duas pequenas missivas sobre os discos agora incluidos, cada um merecedor de cinco estrelas, ficam para breve. Por agora...escutem.




Bon Iver






Fleet Foxes

Au revoir 2008!



Mais do que escolher ou apontar o dedo aos melhores, o Fusco partilha alguns dos discos, filmes e livros que nos acompanharam no belo ano de 2008, ajudando-nos a pintar a realidade com as cores do arco-íris e mais algumas. Deixem também os vossos suspiros sobre o que mais gostaram este ano de entre este triângulo mágico. Dentro em breve falaremos do melhor que está para vir em 2009. Até lá, au revoir 2008!

Discos

Estar a par de tudo o que sai durante um ano discográfico é uma tarefa árdua, de que nos desmarcámos sem qualquer complexo de culpa. De qualquer forma, queremos partilhamos os quinze discos que mais tocaram nos nossos portáteis, carros, aparelhagens e leitores móveis. Se por acaso encontrarem discos melhor revistos atrás de outros com uma aparente nota mais alta, isso deve-se ao feitiço que foram exercendo em nós durante os 365 dias do ano...



15. Heretic Pride, The Mountain Goats (ler crítica) |
Mountain Goats - Sax Rohmer #1



14. Microcastle, Deerhunter |
Deerhunter "Agoraphobia"


13. In Ghost Colours, Cut Copy |
Cut Copy - Hearts On Fire


12. Trouble in Dreams, Destroyer (ler crítica) |
Destroyer - Blue Flower Blue Flame



11. One hundred miles from thoughtlessness, noiserv (ler crítica) |
noiserv - Bullets on Parade



10. Dig, Lazarus, Dig!!!, Nick Cave & The Bad Seeds (ler crítica) |
Nick Cave & The Bad Seeds - Dig, Lazarus, Dig!!!



9. The Hungry Saw, Tindersticks (ler crítica) |
Hungry Saw [Acoustic]


8. Third, Portishead (ler crítica) |
Portishead - The Rip



7. Dear Science, TV on the Radio (ler crítica) |
TV On The Radio - Golden Age


6. Devotion, Beach House (ler crítica) |
Beach House - All The Years



5. Með Suð í Eyrum Við Spilum Endalaust, Sigur Rós |
Gobbledigook - Stills Version



4. Vampire Weekend, Vampire Weekend (ler crítica) |
Vampire Weekend - A-Punk



3. Songs in A&E, Spiritualized (ler crítica) |
Spiritualized - Soul on Fire



2. For Emma, Forever Ago, Bon Iver
Bon Iver - For Emma, Foverever Ago



1. Fleet Foxes e Sun Giant EP, Fleet Foxes
Fleet Foxes - White Winter Hymnal


Filmes

Com muita pena, este não foi um ano propício a grandes aventuras cinéfilas. Em 2009 prometemos mergulhar em muitas fitas, voltando a colocar a sétima arte num lugar privilegiado do Fusco. De qualquer forma, ficam os nossos três mais.



3. As Crónicas de Spiderwick, de Mark Waters



2. O Segredo de um Cuscus, de Abdel Kechiche (ler crítica)



1. Quatro Noites com Anna, de Jerzy Skolimowski (ler crítica)


Livros

2008 foi para o Fusco um ano de muitas letras e alfabetos, de mergulhos em páginas de várias épocas, credos e mundos. Ficam 10 recomendações de alguns dos livros lidos em 2008. Para o ano prometemos muitas leituras partilhadas.



10. O mel do leão, de David Grossman



9. Reinos do Norte, de Philip Pullman (ler crítica)


8. Este país não é para velhos, de Cormac McCarthy



7. Por Cima do Mundo, de Paul Bowles



6. A Feiticeira de Florença, de Salman Rushdie (ler crítica)



5. Fome, de Knut Hamsun


4. Meridiano de Sangue, de Cormac McCarthy (ler crítica)


3. O Livro do Deslumbramento, de Lord Dunsany (ler crítica)


2. As Crónicas de Gelo e Fogo - os seis tomos editados até agora na Lusitânia, de George R. Martin (ler crítica sobre a visita do autor a Portugal)


1. Gente Independente, de Halldór Kiljan Laxness (ler crítica)